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Estratégias Nutricionais: Dieta Cetogênica parte 2

Dieta cetogênica é uma estratégia dietética rica em gordura, adequada em proteína e com níveis insuficientes de carboidrato para as demandas metabólicas. A maior parte do conhecimento associado à dieta cetogência vem dos estudos sobre jejum prolongado, dado que ambos produzem o mesmo estado chamado de cetose fisiológica. Os protocolos de dietas cetogênicas mais utilizados atualmente são a “clássica” (ou 4:1), a dieta MAD (dieta Atkins modificada), a dieta MCT (medium chain triglyceride ketogenic diet) e a dieta LGIT (low glycemic index treatment). A dieta cetogênica foi descrita na década de 1920 como tratamento alternativo para crianças com epilepsia refratária aos medicamentos utilizados à época. Mais recentemente, a dieta cetogênica começou a ser proposta para prevenção ou tratamento de outras patologias, tais como: obesidade, câncer, diabetes, dislipidemia, hipertensão, doenças neurológicas e, ainda, aplicada ao esporte para adaptação metabólica, especialmente em modalidades de endurance. Ao propor uma dieta cetogência, é importante refletir a respeito dos objetivos que se quer alcançar com esse protocolo: considerar o grau de disciplina e adesão às orientações por parte do paciente; considerar o tempo de aplicação e a forma de retorno para um protocolo alimentar mais tradicional; e que a presença de condições metabólicas como deficiências enzimáticas pode impedir o uso da dieta cetogência em determinados pacientes. O período sugerido pelos estudos para aplicação dessa estratégia  é de, no mínimo, 2 semanas, sendo o ideal de 5 a 8 semanas. A dieta cetogênica não é um protocolo que visa ao aumento da massa magra, mas sim a potencializar a oxidação da gordura e, com isso, redução da massa gorda.

Nesse vídeo a nutricionista Priscila Di ciero, aborda pontos importantes sobre a dieta Cetogênica


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